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Wladimir Garotinho: “Coloquei de lado os absurdos cometidos por Rafael contra minha família e segui na defesa da estado”

O deputado federal Wladimir Garotinho enviou uma “resposta” ao artigo anterior, aqui no ClickCampos. E no alto de sua prepotência, faz uma analogia histórica onde Rafael Diniz é Getúlio Vargas e o próprio deputado se coloca como Luís Carlos Prestes, afirmando ainda que este que vos fala, desconhece a história do Brasil e não possui a grandeza dos personagens citados, entre outras ofensas. Acompanhe a fala abaixo:

Certos “jornalistas” não conhece a história o Brasil, tão pouco tem a grandeza dos grandes personagens.
Durante o período do Estado Novo que inciou em 1937 a findou 1945, o presidente Getúlio Vargas sequestrou a esposa de Luís Carlos Prestes e entregou aos nazistas, uma vez que ela era alemã e judia. A Alemanha nazista assassinou Olga.
Anos mais tarde Getúlio concorreu ao cargo de presidente pelas vias democráticas, do outro lado a extrema direita liderado pela UDN.
Luís Carlos Prestes em um ato de grandeza apoiou Vargas, porque não poderia colocar suas discórdias pessoais acima das questões nacionais, e apoiou Getúlio Vargas para presidente para garantir os direitos dos trabalhadores.

Resguardado as devidas proporções foi exatamente o que fiz.
Coloquei de lado os absurdos cometidos por Rafael contra minha família e segui na defesa da estado, cidade e do povo.
Os medíocres não conseguem entender. A estes, nosso desprezo pois mostram a miserabilidade de sua alma“.

Deputado, parabéns pelo “vasto” conhecimento de história do Brasil. Triste constatar, dada sua conduta, que sua memória e conhecimento são seletivos, e excluem a sua própria cidade natal, Campos dos Goytacazes, do mapa deste país que diz conhecer as raízes. Pois esta história, deputado, a história do nosso município, me lembro e conheço muito bem. Lembro-me dos escândalos, das manchetes, das operações, que vão de “cinquetinha” a “chequinho”, que com certeza sob sua batuta geraria uma nomenclatura mais moderna. Vem aí a operação “cartãozinho”. Lembro-me também do escândalo GAP, que este “jornalista” pôde cobrir de perto a época.

Enfim, o complexo de grandeza nunca foi algo que carreguei comigo. Quanto as histórias, deputado, conheço várias. Inclusive, algumas que o senhor vive tentando esquecer.

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