Wilson Witzel diz que ‘esperança renasceu’ e agradece ligação de Paes após ser eleito

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), fez um pronunciamento na noite deste domingo sobre a vitória no segundo turno das eleições sobre Eduardo Paes (DEM). Ele também respondeu perguntas de jornalistas. “Neste segundo turno o que nós percebemos é que a esperança renasce para o povo do Rio de Janeiro”, disse Witzel, em um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Ele afirmou que recebeu a ligação de Eduardo Paes e o agradeceu pela participação no processo democrático. “O antagonismo que temos nas ideias, agora precisa se transformar numa união a favor do estado do RJ. Alguns pontos em comum precisam ser solidificados na segurança pública especialmente, porque o trabalho é árduo e certamente a gente vai precisar do apoio de todos”, disse o governador eleito.

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Witzel dise ainda que “governar é para todos” e que conta com uma imprensa livre e imparcial. “Não se governa para um partido, não se governa para uma ideologia”. “Não tenho compromisso com políticos, com partidos e sim com o povo que me elegeu”, acrescentou

Witzel garante recuperar o RJ em 4 anos nas áreas que considera as mais importantes: “O RJ será manchete de todos os jornais nas áreas de saúde, segurança, educação e economia”.

Ainda sobre segurança pública, Witzel diz que tratará com o presidente eleito Jair Bolsonaro sobre como usará as Forças Armadas no RJ. Também com Bolsonaro, o governador Witzel pretende fazer uma proposta para retirar o RJ do acordo de recuperação fiscal.

Witzel voltou a discursar na casa de shows Ribalta, em um palco ao lado de aliados como o Pastor Everaldo, o deputado estadual eleito Rodrigo Amorim (PSL), Nelson Bornier e Otávio Leite.

O governador eleito disse que vai atuar na área estratégica do governo e o vice, o vereador Cláudio Castro atuará na área política. O governador eleito contou que hoje havia “10 mil militantes na rua”. “Os juízes que trabalharam comigo fizeram a minha defesa diante dos ataques que sofri”.

“Os juízes devem poder falar de política. O CNJ está muito duro. Qualquer coisa considera filiação político-partidária”, acrescentou.




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