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Verba estadual de R$ 8 milhões chega aos hospitais contratualizados

Funcionários dos quatro hospitais da rede contratualizada do município terão dias melhores neste fim de ano. Após mais de quatro meses de atraso no repasse das verbas por parte da Prefeitura de Campos, nesta terça-feira (03) os hospitais recebem R$ 8 milhões. A verba foi articulada pelo deputado estadual Rodrigo Bacellar e anunciada no último mês.

— Só tenho a agradecer ao vice-governador Cláudio Castro e ao presidente da ALERJ, André Ceciliano (PT) por nos atenderem e terem a sensibilidade com a questão que passam as finanças de Campos neste momento. Os recursos serão importantes não só para o município, mas para a região como um todo, uma vez que Campos atende a várias cidades. Espero que os hospitais façam um bom proveito e possam ajudar as pessoas — afirmou o deputado.




O repasse da verba foi anunciado em uma reunião realizada no Rio de Janeiro junto aos diretores, durante o último mês. Na ocasião, o secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, parabenizou Rodrigo, mas alertou o município sobre riscos que os atrasos podem causar.

— É importante os gestores municipais reflitam na maneira como vem sendo realizado os repasses. Não é possível que a falta de planejamento acabe no atraso de quatro meses de repasse. Se tem algo sendo mal feito, é melhor ser corrigido imediatamente. Felizmente dessa vez o Bacellar entrou no circuito e ajudou, junto ao vice-governador e ao Ceciliano. Mas até quando? O município tem que arcar com suas responsabilidades -, disse o secretário.

Mesmo com a crítica do secretário estadual, a Prefeitura de Campos segue sem dar nenhum parecer aos hospitais. Na última semana foi feito um repasse de  cerca de R$ 7 milhões, que aconteceu após um bloqueio judicial. Mesmo com a decisão proferida, o prefeito Rafael Diniz tentou driblar a decisão, evitando que o dinheiro estivesse no caixa da Prefeitura para ser bloqueado. Aliado a isso, também está o fato do prefeito não se pronunciar publicamente sobre o caso, o que vem aumentando revolta por parte dos diretores dos hospitais e seus funcionários.

Com o repasse, Beneficência Portuguesa, Plantadores de Cana, Santa Casa de Misericórdia e Álvaro Alvim poderão manter o funcionamento de serviços básicos até o próximo mês.

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