fbpx

#SigaOCLICK

Sinovac diz desenvolver versão da vacina CoronaVac adaptada à variante ômicron

MAIS LIDAS

Anúncio foi feito pelo presidente da farmacêutica, Weidong Yin, durante Simpósio CoronaVac, evento realizado pelo Instituto Butantan, na manhã desta terça (7). Desde semana passada, Instituto também testa eficácia da CoronaVac contra a nova cepa. Um estudo produzido por cientistas da África do Sul apontou que a variante ômicron do coronavírus pode “escapar” de parte da imunidade adquirida por pessoas que já tiveram covid-19.
Getty Images
A farmacêutica chinesa Sinovac disse nesta terça-feira (7), durante simpósio realizado pelo Instituto Butantan, que está desenvolvendo uma versão da vacina CoronaVac adaptada à variante ômicron.
A expectativa é a de que a atualização do imunizante fique pronta em três meses, ou seja, até fevereiro de 2022.
O anúncio foi feito pelo presidente da farmacêutica, Weidong Yin, durante o Simpósio CoronaVac. O evento começou nesta terça (7) e irá até quinta (9).
A proposta é promover a discussão científica sobre a eficácia e segurança da vacina no Brasil e em outros países, além de debater os resultados do estudo de efetividade Projeto S, realizado na cidade de Serrana, interior de São Paulo.
O encontro reúne pesquisadores brasileiros de diversas áreas e especialistas dos Estados Unidos, Turquia, Chile, China e Espanha.
Testes CoronaVac
O Instituto Butantan começou na última quinta (1°) um estudo para analisar a efetividade da vacina CoronaVac contra a nova variante da Covid, a ômicron.
Os testes iniciaram após pedido da Anvisa, que solicitou a todos os laboratórios que produzem os imunizantes aplicados no país façam estudo pra verificação de eficácia contra a ômicron.
Vacina contra Covid: tudo que você precisa saber sobre 5 imunizantes contra o coronavírus
O que se sabe sobre a nova variante do coronavírus
PERGUNTAS E RESPOSTAS sobre vacinas e eficácia
O Instituto Adolfo Lutz enviou ao Butantan as amostras dos três casos confirmados da doença para viabilizar as análises.
A CoronaVac é produzida a partir do vírus inativado, ou seja, pelo vírus morto ou por partes dele. Esses vírus não conseguem provocar a doença, mas são suficientes para gerar uma resposta imune e criar no organismo uma memória de como nos defender contra uma ameaça.
Em entrevista à CBN na semana passada, Sandra Coccuzzo, diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Instituto Butantan, disse que a tecnologia do imunizante produz anticorpos diferentes no sistema imunológico em relação às outras vacinas, o que pode tornar um desempenho diferenciado contra a nova cepa.
Ainda de acordo com a diretora, os resultados devem ser liberados até o final de dezembro.
Que vacina é essa? Coronavac
Variante ômicron
A variante ômicron – também chamada B.1.1529 – foi reportada à OMS em 24 de novembro de 2021 pela África do Sul. De acordo com OMS, a variante apresenta um “grande número de mutações”, algumas preocupantes. O primeiro caso confirmado da ômicron foi de uma amostra coletada em 9 de novembro de 2021 no país.
No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou, no último sábado, seis casos de contaminação pela variante. Todos já tinham sido vacinados e apresentam sintomas leves.
Na terça (30), autoridades sanitárias holandesas afirmaram que a variante já estava presente no país em 19 de novembro – uma semana antes do que se acreditava e antes de a OMS classificá-la como variante de preocupação.
A primeira imagem da variante ômicron do coronavírus revelou mais do que o dobro de mutações que a da variante delta.
Primeira imagem da variante ômicron revela mais que o dobro de mutações que a delta
VÍDEOS: Veja mais notícias sobre São Paulo e região:

- Advertisement -

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mais notícias