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BLOG DO HUGO PEREIRA

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O ranking das escolas arrombadas e a volta às aulas

Desde o início da pandemia, em março de 2020, as unidades de ensino do município foram fechadas para evitar o contágio de alunos, professores e profissionais. Até aí, nenhuma novidade.

Com o planejamento do retorno presencial através do ensino híbrido, a comunidade começa a se atentar ao patrimônio comum em seus bairros: a escola pública.

Agora com os olhos voltados para estas unidades de ensino, é natural a equipe escolar sentir falta de alguns itens ou equipamentos que compõem sua estrutura.

No tempo em que ainda havia entrega de Kits da merenda (cesta básica para as famílias dos alunos matriculados), a comunidade conseguia visualizar os vestígios de arrombamentos e furtos sofridos nas escolas. Os alunos não recebem mais a merenda, mas os arrombamentos e furtos continuam.

Na maioria dos casos, o alvo dos furtos são computadores, impressoras, cafeteiras, notebooks, bombas d´água e afins. E pasmem, as unidades seguem sem vigias ou porteiros, estando à deriva de novos ataques de furtos e vandalismo.

Entre as unidades mais furtadas estão:  E.M. Pequeno Jornaleiro ( em torno de 8 vezes roubada) / E.M. Wilmar C. Barros ( em torno de 3 vezes) / E.M. Maria Lúcia ( 2 vezes), alem das diversas espalhadas pela cidade.

Campos tem uma longa jornada de reestruturação das escolas para o retorno às aulas de forma presencial, pois o que já necessitava de melhoria, pode estar ainda pior. Para começar a amenizar a situação, já poderiam retornar os vigias e equipes de apoio.

Com a palavra, a SEDUCT (Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia).

 

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