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O Mick Jagger da política Goitacá

Sem vencer nenhuma eleição desde 2006, o ex-prefeito de Campos, Arnaldo Vianna, já pode ser considerado o Mick Jagger da nossa política local. Entre insucessos e escolhas erradas, viu o seu grupo político derreter e perder a identidade ao longo dos anos.

Em 2008 Arnaldo viu Rosinha ganhar o seu primeiro mandato como prefeita em uma disputa que foi marcada pela fala de que a Ponte Leonel Brizola ligava nada a lugar nenhum. Em 2010 não foi diferente. Tentou reeleição ao cargo de deputado federal e perdeu. Dois anos depois tentou vencer Rosinha, mas sequer teve seus votos validados. Dois anos depois, em 2014, ensaiou uma candidatura ao cargo de deputado, mas voltou atrás por perceber que seus votos mais uma vez não seriam computados.

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Em 2016 a novela se repetiu, mas com tom de drama e em dose dupla. Declarou apoio a Geraldo Pudim, fazendo campanha contra o próprio filho. O resultado foi mais uma vez um insucesso nas urnas. Pudim e Caio Vianna perderam a eleição para Rafael Diniz.

 Em 2018 Arnaldo caiu de cabeça na campanha de sua esposa, Edilene Silva, que buscou uma vaga na ALERJ, onde obteve apenas 2.070 votos. Não foi a primeira vez que uma esposa de Arnaldo perdeu uma eleição ao tentar alçar vôos mais altos. Em 2002, Ilsan disputou uma vaga no senado através de suplência. Mais uma derrota no currículo.

Agora em 2020 Arnaldo apoiou seu filho, que ele dizia ser despreparado. O resultado não poderia ser outro, mais uma derrota nas urnas.

Com um passado assim e inelegível há quase 20 anos, seria interessante que o ex-prefeito fizesse uma reflexão para entender quais foram os seus maiores erros e tentar corrigi-los. A autocrítica 3

Faz bem e é necessária




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