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Número de hospitalizações tem aumentado pelo mundo diante de nova onda, diz OMS

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Duas autoridades da Organização Mundial de Saúde (OMS) enfatizaram, durante evento virtual nesta terça-feira, a necessidade de manter os cuidados contra a covid-19. Líder técnica da Covid-19 na OMS, Maria Van Kerkhove notou que a variante Ômicron de fato tende a causar menos sintomas graves, mas rechaçou que isso não significa necessariamente que ela gere uma “doença leve”. Ela lembrou que muitos dos hospitalizados pelo mundo atualmente contraíram a variante Ômicron.

Destacou também, durante sessão de perguntas e respostas, o grande salto recente no número de casos da doença. Segundo ela, participar de festas com muitas pessoas, no quadro atual, “é muito perigoso”.

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Maria Van Kerkhove insistiu na necessidade de medidas como a vacinação e também o distanciamento físico, que se usem boas máscaras, multidões sejam evitadas e que os locais sejam ventilados.

Ainda recomendou que, se houve a possibilidade, manter o trabalho remoto é a melhor alternativa, neste momento.

Diretor executivo da OMS, Michael Ryan disse que “não seria razoável” apostar que a variante Ômicron será a última da covid-19.

Ele destacou o salto recente dos casos e considerou que houve uma “tempestade perfeita” para isso. Além do fato de que essa cepa é mais contagiosa, houve muitos contatos entre as pessoas com as festas de fim de ano, lembrou.

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