Médicos dizem que 2.ª onda é tão ou mais grave do que primeira

Oito em cada dez médicos brasileiros que atuam na linha de frente no combate à covid-19 consideram a segunda onda tão ou mais grave do que a primeira, segundo uma sondagem divulgada hoje pela Associação Médica Brasileira (AMB).

O levantamento chamado “Os médicos e a pandemia de covid-19” mostrou que sete em cada dez médicos apontam para uma tendência no aumento do número de mortes no Brasil.

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Questionados sobre a situação atual de casos nas unidades que atendem pacientes com suspeita ou já com covid-19, 91,5% dos médicos observaram uma tendência para um agravamento em algum grau, diz a sondagem da AMB.

Quanto aos óbitos, a tendência é igualmente de subida para 69,1%, ou seja, praticamente sete em cada dez médicos do país.

Segundo a mesma sondagem, oito em cada dez médicos criticam a desativação, no final de 2020, dos hospitais de campanha montados em alguns estados do país para atender pacientes com covid-19.

A maioria dos profissionais da área da saúde consultados na sondagem indicaram problemas no fornecimento de consumíveis básicos e equipamentos para tratamento de pacientes com a doença.

Ao todo, 64% dos médicos que responderam ao inquérito apontaram deficiências básicas nos locais em que prestam atenção à pandemia de covid-19.




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