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Homem se masturba diante de menina acompanhada da mãe em elevador

Um universitário angolano de 22 anos foi preso por se masturbar na frente de uma mulher de 33 anos e da filha dela, de 13 anos, dentro do elevador de um prédio em Vila Velha, na Região Metropolitana de Vitória, no Espírito Santo. Segundo a polícia, João Saldanha, que mora numa república para estudantes dentro do edifício, foi liberado após pagar R$ 8 mil de fiança.

O caso aconteceu no último sábado. De acordo com o titular da 2ª Delegacia Regional de Vila Velha, Marcelo Nolasco, as vítimas acionaram o porteiro do prédio, que ligou para a polícia.

— Ele tirou o pênis da calça e começou a se masturbar olhando para elas. Mãe e filha desceram, foram até a portaria. O porteiro disse a elas que viu tudo pela câmera de segurança e, acionando um botão, prendeu ele no elevador. Logo depois, o porteiro acionou a Polícia Militar, e ele foi preso — disse.

João Saldanha foi preso, mas pagou fiança de R$ 8 mil

Na delegacia, o homem disse que falaria somente em juízo e acionou o advogado. O angolano está no Brasil desde 2014 e não tinha passagens pela polícia. Segundo o delegado, em depoimento, a mãe relatou que o rapaz ria sozinho dentro do elevador.

— O porteiro relatou para ela que, enquanto ele estava preso no elevador, ficou batendo a cabeça no espelho, cantando, rindo sozinho e fumando — disse.

O angolano foi enquadrado no artigo 218-A da lei, que fala sobre exposição de criança ou adolescente menor de 14 anos a ato libidinoso. “Praticar, na presença de alguém menor de 14 (catorze) anos, ou induzi-lo a presenciar, conjunção carnal ou outro ato libidinoso, a fim de satisfazer lascívia própria ou de outrem”, diz a lei.

Ainda segundo o delegado, poderá ser incluído no inquérito a contravenção penal contra a mãe da adolescente. Nesse caso, o suspeito também responderá por importunação ofensiva ao pudor, que é apenas passível de multa.

— O delegado que cuidou do caso fez o registro pelo crime contra a menor, o que poderia levá-lo à prisão. No caso da mãe, foi importunação ofensiva ao pudor, que não prevê prisão — disse Marcelo.

A polícia vai solicitar as imagens de câmeras de segurança do prédio do momento em que o rapaz comete o crime. A adolescente também prestou depoimento. De acordo com o delegado, a universidade onde o rapaz estuda será comunicada para o crime. O caso também será comunicado à Polícia Federal, uma vez que o rapaz é natural de Luanda, na Angola, e está com visto temporário para estudar no Brasil.

Com informações do Jornal Extra.

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