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Garotinho utiliza a mesma estratégia de Lula para tentar diminuir a rejeição

Falar que é perseguido, detonar o judiciário, dizer que deu comida para os pobres e está sendo preso pelos ricos, dizer que nunca ninguém fez mais que ele, dizer que fortaleceu o judiciário e a polícia, fazer caravana – campanha antecipada – por bairros/cidades pobres, dizer que é o mais honesto e usar frases de efeito com duplo sentido. Todos os discursos utilizados são feitos por Lula, na Lava Jato, e por Garotinho, na operação Chequinho.

O discurso que em muitas vezes é fantasioso, se repete como uma oração. Em Campos, sobrou até para o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, que segundo Garotinho, foi preso através de denúncias dele. Fato que não tem comprovação alguma, já que a prisão de Rosell aconteceu após diversas denúncias do Ministério Público da Espanha. Garotinho deu até detalhes “Eu denunciei que ele depositou R$ 3,6 milhões na conta de uma criança de 5 anos, sobrinha do Secretário de Fazenda de Rafael Diniz”, porém, a denúncia do MP-Espanhol diz que o depósito aconteceu nas contas de Ricardo Teixeira Havelange e Roberto Teixeira Havelange, ambos com mais de 40 anos, sem nenhum envolvimento com Leonardo Wigand.

Garotinho parece ter encarado de vez a campanha para governador, já que na sua entrada no Clube Rio Branco na noite desta quinta (28), ele entrou com o jingle “22 é Garotinho, governador do povo”, utilizado na campanha de 2014, onde ele sequer foi ao segundo turno. O TRE não autoriza campanha política antes da hora, talvez tenha sido um ato falho do DJ ao colocar o jingle.

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