Politica

Garotinho: ‘Traição na política é normal’

Em sabatina para o UOL, Folha de São Paulo e SBT, o pré-candidato a governador do Rio, Anthony Garotinho, ao ser perguntado sobre as várias brigas políticas em que acumula ao longo de sua vida pública, o ex-governador declarou que ‘traição na política é normal’, mas não considera o seu rompimento com Crivela uma traição, já que mantém contato com o bispo e prefeito da cidade do Rio.

Ao ser perguntado se não achava que os últimos resultados eleitorais, incluindo a eleição de 2016 em Campos, mostravam que o seu jeito de fazer política conflitando com legislativo, executivo, judiciário e imprensa é ultrapassado, Garotinho relembrou as últimas vitórias, “Fui eleito deputado federal em 2010 com 700 mil votos. Nem o Bolsonaro, com toda a popularidade que tem, chegou pelo menos perto disso. Em 2014 eu perdi por 30 mil votos, 0,1% de diferença. Ou as pessoas me amam ou me odeiam, não existe meio termo”, explicou.

A quebra de aliança política com Geraldo Pudim também foi pauta. Para Garotinho, o motivo do rompimento foi uma aliança de Pudim com Picciani, “Fui traído, mas é bom sempre entender para onde a pessoa vai. Pudim deixou de ser meu aliado e foi se aliar a Picciani. Vocês acham que ele escolheu certo?”.

Garotinho lança sua pré-candidatura nesta segunda-feira (11), na cidade do Rio de Janeiro. O evento também contará com o lançamento das candidaturas de deputados estaduais e federais do seu grupo político.

Comente com o seu Facebook
Garotinho: ‘Traição na política é normal’

To Top
error: Conteúdo protegido.