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Doria rompeu com Geraldo Alckmin e deve buscar candidatura à presidência, afirma jornalista

Para o professor Marco Antonio Villa,  “a grande notícia do dia foi a entrevista de (o prefeito de SP João) Doria em Paris em que ele claramente rompeu com (o governador) Geraldo Alckmin”. Após Alckmin dizer que seria “presidente do povo” Doria respondeu, quando questionado: “quem vai decidir é o povo”.

O que está implícito é de que ele será candidato a presidente da República independentemente do partido político, avalia Villa. Alckmin diz que a partir de janeiro já sai do governo para expor sua candidatura. Doria, tendo que antecipar seu calendário político-eleitoral, teria problemas, porque teria de sair da Prefeitura antes do que gostaria. Outros pré-candidatos já conhecidos são Jair Bolsonaro e Ciro Gomes.

“Não é que a guerra está declarada, mas são dois projetos distintos”, diz Villa. “Não é traição” de Doria em relação a seu padrinho político.

Villa prevê que “o PT vai ter um papel residual na campanha de 2018 e o Lula não será candidato”. Comentando entrevista de Dilma Rousseff, o comentarista diz que “o jornal quer criar uma polarização que não existe, entre PT e os demais partidos”. “Essa polarização desapareceu”.

“A discussão é, dos setores que levaram ao impeachment, quem vai chegar à Presidência em 2018”, opina.

Para Villa, se Dilma tentar concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Sul, “perde”. “Pode registrar”.

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