Decisão de Rafael Diniz em voltar atrás e não conceder reajuste ao servidor é um atestado de incompetência

Artigo de Opinião por Fabrício Nascimento

A decisão do prefeito Rafael Diniz em não conceder o reajuste, divulgada na tarde desta terça-feira (28), mas adiantada pelo Click Campos em 17 de maio, é o maior atestado de incompetência que Rafael Diniz teve até aqui em seus quase 2 anos e 6 meses de governo.

Se o governo alega enfrentar um forte crise, não é incompetência não conceder reajuste. Mas se o governo promete 4,18%, negocia com os representantes da classe, tenta controlar os ânimos, enfrenta desgastes, e surpreendentemente recua e diz que não dará mais o reajuste, é a prova cabal que não há nenhum planejamento por parte do governo, que todos os dados até aqui foram “chutados”, afim de ludibriar o servidor para voltar atrás depois. Se de fato a gestão de Rafael Diniz tivesse estudado o fato, teria visto antes que não teria condições de conceder o reajuste.




E para piorar, a decisão do governo em divulgar que não concederá reajuste só acontece após o vereador Fabinho Almeida pedir que fosse encaminhado o aumento para a Câmara votar. Explicando resumidamente, o pedido de Fabinho faria com que os vereadores aprovassem a proposta do governo, e os sindicatos continuassem a conversa afim de aumentarem o reajuste. Dessa forma garantiria em qualquer hipótese o reajuste de 4,18%.

Voltar atrás após o pedido do vereador, demonstra que o governo quis “enrolar” o servidor enquanto pôde. Quando se viu sem saída, jogou na mesa que não teria como arcar com a sua proposta. Incompetência, má fé ou os dois juntos, difícil de entender.

Se Rafael foi eleito por uma onda, já começa a entender que uma nova onda começou a afundar o seu barco desde agora.

- Anúncios -
- Anúncios -

MAIS LIDAS

error: Conteúdo protegido.