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Cultura de Campos com espetáculo de arrogância e soberba

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A Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), presidida por Auxiliadora Freitas, vem sofrendo com a desordem e falta de comando interno. De acordo com fontes internas, com a falta de conhecimento técnico da presidente com a pasta, a diretora de Artes e Culturas, Katia Macabu, vem tendo carta branca para mandar e desmandar nas ações da FCJOL, principal com relação as ações da Lei Aldir Blanc.

O que vem causando certo desgaste, tanto interno quanto externo, já que diversos artistas locais e funcionários da fundação já receberam tratamento um tanto quanto desproporcionais por parte da diretora. É importante destacar que neste momento de pandemia, artistas locais estão passando por dificuldades, e ao procurarem a FCJOL estão recebendo tratamento soberbo e autoritário.

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Inclusive, já existe um grande movimento da classe artística pedindo a saída da presidente e de Kátia da fundação. Entre as principais solicitações, os artistas pedem o retorno do ex-presidente da FCJOL, Orávio de Campos Soares, principalmente pela sua referência no campo artístico. Além dele, outros dois nomes agradam os artistas locais, que seria o da atual vice-presidente da FCJOL, Fernanda Campos, e o da também ex-presidente da FCJOL, Patrícia Cordeiro.

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