Sou Rhyann Souza, narrador esportivo, apaixonado pelo futebol, torcedor do Goytacaz e também do Vasco da Gama. Para falar deste segundo amor no futebol, preciso falar um pouco de sua história, logo depois falarei de um ser repugnante.

Clube de Regatas Vasco da Gama, fundado por quatro remadores em 1898, exatamente no dia 21 de Agosto, voltado a princípio para o esporte marítimo da época.

Um clube GIGANTE pela sua história. Em 1922, o Vasco, já na Série B da primeira divisão da Liga Metropolitana, sagrou-se campeão e conquistou o direito de disputar a promoção à Série A numa partida extra contra o último colocado da Série A, o São Cristóvão. O resultado de 0 a 0 garantiu ao Vasco a participação na elite do futebol carioca no ano seguinte.

O lugar que o Vasco da Gama ocupa na elite do futebol brasileiro tem a marca gloriosa do time conhecido como os camisas negras que, em 1923, com uma campanha arrasadora (11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota), conquistou o primeiro titulo de campeão carioca de sua História. Com o uniforme preto – ainda sem a faixa diagonal – de gola branca e com uma cruz vermelha, semelhante à da Ordem de Cristo, no lado esquerdo do peito, Nélson, Leitão e Mingote; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito foram os 11 vascaínos abusados, alguns deles negros e mulatos, que quebraram definitivamente a hegemonia de América, Fluminense, Botafogo e Flamengo, clubes nos quais atuavam somente jogadores brancos.

São Januário, hoje interditado, foi inaugurado no dia 21 de abril de 1927, sua construção foi a resposta que os grandes clubes da época receberam, ao tentarem barrar a ascensão do time de negros e brancos pobres que, com o campeonato de 1923, havia conquistado o direito de figurar na elite do futebol carioca. A alegação de que o Vasco não tinha campo para receber seus adversários se desfez, quando o presidente Washington Luiz e sua comitiva viram-se diante do então maior estádio da América do Sul. Os vascaínos tinham se mobilizado em memorável campanha para arrecadar contribuições que possibilitaram erguer, em menos de 12 meses, um colosso. O estádio recebeu o nome oficial de Vasco da Gama, logo substituído por São Januário, devido à proximidade do estádio com a rua de mesmo nome.

Torcedores do Vasco tiveram papel fundamental na construção da casa de todos os vascaínos, uma vez que a aquisição da área onde foi construído São Januário foi possível graças a doação de torcedores e sócios apaixonados.

Sim, é muita história, é muita paixão! E hoje, como se encontra o Vasco da Gama?

Bom, são três rebaixamento em sua história, uma instituição desacreditada, um time que não chega aos pés dos “camisas negras”, do “Expresso da Vitória”, e muito menos do time campeão de tudo do final dos anos 90 e começo dos anos 2000.

Porém existe um ser, muito responsável pelo surgimento do “desacreditado Vasco da Gama”.

O NOME DELE? Eurico Ângelo de Oliveira Miranda, nascido em 7 de junho de 1944.

Desde 1969, já vice-presidente de patrimônio do Vasco, Eurico já colocava em jogo a sua politicagem. Em 1980 trouxe Roberto Dinamite de volta para o Vasco, na época Dinamite jogava no Barcelona. Eurico já começava a mostrar suas garras perante a torcida. Processos judiciais, CPI do Futebol, Briga com a Globo, a vida desse cara não foi das mais tranquilas no meio futebolístico.

Atualmente Eurico exerce seu quarto mandato na presidência do Vasco da Gama. Está sendo desastrosa. Eurico não tem mais espaço para atual gestão do futebol moderno, a sua arrogância e seu forte temperamento é um pecado moral pra o Vasco.

Na realidade, o Vasco precisa de amor, de gestão e de alguém que pense. O Vasco vive na “depressão do pequenininho”

“Ganhar do FLAMENGO pra mim já basta!”. O comodismo de obter um simples resultado em um clássico mostra a gestão risível do senhor Eurico.

“Vivemos esperando dias melhores.” Deveria fazer parte do hino do Vasco da Gama!

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