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Com a paralisação do país à vista, Itália equaciona reduzir quarentena

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O governo italiano está ponderando a redução do tempo de isolamento das pessoas vacinadas com a terceira dose da vacina contra a Covid-19. Em causa está a ameaça da paralisação do país, já afetado pela rápida propagação da variante Ômicron.

O Comité Técnico e Científico (CTS) do governo analisará amanhã a redução do tempo de isolamento de 7 a 10 dias, para 3 a 5 dias, tendo em conta o nível de vacinação.

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“É mais difícil que as pessoas com a terceira dose se infectem, pelo que provavelmente podemos rever a regra [do tempo de quarentena] para esta categoria”, disse Attilio Fontana, presidente do governo regional da Lombardia, que fez parte do apelo à revisão do tempo de isolamento, citado pela agência EFE.

Com milhões de pessoas isoladas no país, cerca de cinco milhões de cancelamentos na época das festividades, e a rápida propagação da Ômicron, Itália está à beira da paralisação.

No dia 23 de dezembro, o governo anunciou o regresso da obrigatoriedade do uso de máscara ao ar livre, assim como a suspensão das atividades do setor de diversão noturna, colocando ainda mais pressão nestas atividades.

Ontem, o país registrou mais 30.810 casos, bem como 142 óbitos associados à Covid-19, segundo os dados do Ministério da Saúde italiano. No total, há já 136.753 vítimas mortais e 5.678.112 contágios desde o início da pandemia.

 

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