Foto: Divulgação

A cidade da criança que sofre duras criticas de uma parte da população, é alvo de nova polêmica nesta quarta-feira(09). Após dois meses desde sua inauguração, o Corpo de Bombeiros divulgou a informação de que a Cidade da Criança não possui laudos necessários para o devido funcionamento. Isso quer dizer, que o local pode ser interditado a qualquer momento, caso a informação do Corpo de Bombeiros seja confirmada.

“A Cidade da Criança não consta no sistema do Corpo de Bombeiros de Campos com solicitação de laudo de exigência ou certificado de aprovação. Isso, na prática, significa que o local está fora das exigências porque não tem a documentação de funcionamento exigida pela corporação. Em caso de denúncia, o bombeiro vai até o local verificar a situação e fazer a notificação”, informou o Corpo de Bombeiros de Campos.

O fato vem a tona na mesma semana que uma criança de 4 anos caiu de um brinquedo de aproximadamente cinco metros de altura e teve traumatismo craniano e teve de ser internado.

 

Prefeitura de Campos diz que informação do Corpo de Bombeiros é falsa

Confira abaixo a nota divulgada para a imprensa, onde a Prefeitura afirma possuir o laudo do Corpo de Bombeiros:

“A informação de que a Cidade da Criança Zilda Arns não tem laudo do Corpo de Bombeiros e pode ser interditada não procede. A Cidade da Criança Zilda Arns obedece a todas as exigências estabelecidas pelo Código de Segurança contra incêndio e pânico, com seu processo de licenciamento todo regular exigido pelo Corpo de Bombeiros do estado do Rio de Janeiro.

O espaço conta com equipe especializada de Brigada de Incêndio com socorrista, ambulância permanente, monitores e toda a estrutura física devidamente vistoriada, para garantir a integridade física de todos visitantes.

A Cidade da Criança Zilda Arns possui todos os documentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros, incluindo o protocolo do laudo técnico que autoriza o funcionamento do parque. Desde sua inauguração já passaram pela Cidade da Criança cerca de 48 mil pessoas e, destas, 26 mil são crianças”, informou a nota.​

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