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Campista é uma das vítimas da queda de ciclovia no Rio

Os corpos de dois homens resgatados no mar, na quinta-feira, 21, já foram identificados. O primeiro foi o do engenheiro Eduardo Albuquerque, de 53 anos. Ele morava em Ipanema e corria de casa até o Leblon. A mulher dele, a médica Eliane Albuquerque, viu o acidente pela televisão e suspeitou que o marido pudesse mesmo estar entre as vítimas. Ficou desesperada ao ver o corpo na praia. O casal tem um filho de 15 anos.

A segunda vítima a ser identificada foi o gari comunitário Ronaldo Severino da Silva, de 60 anos. Ronaldo era campista e morava a 30 anos na comunidade da Rocinha, na capital fluminense.

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— Nascemos em Campos e vivemos na Rocinha durante 30 anos. Era um cara bem querido na comunidade e essa é uma notícia que te tira do chão. Parece que a ficha ainda não caiu. Quando a gente sai de casa, bate de carro ou infarta e morre, parece normal. Mas, quando você morre numa situação dessa é complicado. Esses são os engenheiros que temos por aí, com obras das Olimpíadas dando defeito. Uma construção faturada em de R$ 45 milhões e que leva vidas. Agora, não é a família que tem ir atrás dos direitos, é a Prefeitura que tem que ir a eles — disse em entrevista o primo de Ronaldo, o taxista Ernani Silva, de 60 anos.

Segundo o relato de testemunhas que viram o desastre, pelo menos mais três pessoas teriam caído da pista, que ruiu em um trecho de aproximadamente 50 metros. Ciclistas que passavam no local disseram que uma das vítimas desaparecidas seria uma mulher que tirava fotos do celular, encostada na mureta da pista.

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