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Campanha particular para estimular doadores de sangue em Campos dos Goytacazes chama a atenção nas redes sociais.

Trata-se da nova fase do projeto #SangueDeHerói – realizado há mais de um ano pela professora Marianne Alves – que acompanha o tratamento do marido, Marcus Vinicius Wassoller; e busca sempre motivar doadores de sangue na Região. Para o tratamento do marido  são utilizadas as plaquetas, o que permite que as doações beneficiem diversos outros casos.

Marcus Vinicius – foi diagnosticado com leucemia e teve que parar imediatamente todas as suas atividades para começar o procedimento; e agora entra na reta final do tratamento.

Não foram apenas as pessoas ligadas ao casal que se sensibilizaram com o projeto; mas, direta ou indiretamente, todas as pessoas que marcadas no Facebook, na página criada pela cunhada de Wassoller, Elise Souza, que durante o tratamento, já conta com mais de 1.600 participantes na rede social. Uma campanha simples que tem como função captar, de forma objetiva, bolsas de sangue no único hemocentro da Região. Hoje o projeto conta com o destaque de um vídeo produzido pela família que já teve mais de oito mil visualizações.

“Considerando que a única forma de coleta é através da livre doação, a solução encontrada – para sair dessa marca, que varia entre 20 a 25% do esperado – foi estimular a doação voluntária de sangue; principalmente, por saber que em cada um de nós vive um herói que pode salvar diversas vidas”, destacou Elise.

Marianne encontrou nas camisas uma forma de agradecer aos doadores que participam do projeto

Dr. Fillipe Godoy e Elise Alves

A família de Vinicius encontrou nas camisas uma forma de agradecer aos doadores que participam do projeto. Sendo também uma forma de conscientização social da pessoas que veem as camisas com os doadores.

A iniciativa não tem como finalidade motivar apenas doadores para o tipo sanguíneo do Marcus Vinicius Wassoller, que segue internado para tratamento no Hospital Geral Dr. Beda  (Unidade II); mas, sim, mobilizar “a liga dos super amigos”, conforme destaca Marianne e convida para que compareçam ao Hemocentro do Hospital Ferreira Machado sempre que possível. E, principalmente: criar uma cultura de doação de sangue.

 

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