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Bebê espancado pelo pai em São Fidélis deixa UTI

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O bebê de apenas dois meses que foi espancado pelo próprio pai em São Fidélis, teve uma melhora no quadro de saúde e deixou a UTI do Hospital Ferreira Machado neste fim de semana.

O pequeno Dominick foi levado para um quarto de enfermaria na última sexta-feira (28). Durante o período internado, ele teve piora no quadro, precisou ser intubado por duas vezes, mas conseguiu se recuperar. O tio, Agnaldo Rangel, que está acompanhando a recuperação do bebê disse que Dominick perdeu o rim direito e metade do órgão esquerdo.

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Agnaldo vem compartilhando atualizações sobre o estado de saúde do bebê nas redes sociais. No domingo (30), ele publicou um vídeo agradecendo as orações pela recuperação do sobrinho.

Nesta segunda, ele compartilhou uma foto do pequeno Dominick, que segue se alimentando por sonda, já no quarto.

O crime aconteceu no dia 2 de abril quando o pai dele, de 20 anos, o espancou porque a criança estava chorando demais, segundo o próprio pai contou em depoimento à polícia.

Na ocasião do crime, após a agressão, os pais do bebê o levaram para o Hospital Armando Vidal, em São Fidélis, com lesões em todo o corpo. Devido à gravidade dos ferimentos, a criança foi encaminhada para o Hospital Ferreira Machado.

Segundo a equipe responsável pelo atendimento médico, o bebê chegou à unidade com diversas lesões como afundamento de crânio, fratura de costelas e mordidas pelo corpo, inclusive em estágios diversos de evolução, o que, segundo a polícia, tende a caracterizar a denominada síndrome de Silverman, ou síndrome da criança espancada.

Mãe mentiu em depoimento

Ainda de acordo com a Polícia Civil, antes do pai confessar o crime, a mãe do bebê, de 21 anos, chegou a dizer que ela e a criança teriam sido sequestradas por homens não identificados após saírem de casa à procura do marido, que teria saído cedo sem dizer onde ia.

Ainda segundo o depoimento da mãe, os supostos criminosos teriam colocado ela e o bebê em um veículo e teriam agredido somente a criança e depois os liberado.

A versão, no entanto, foi desmentida pelo marido quando o casal foi separado para prestar depoimento individualmente. O pai então disse aos policiais que perdeu a cabeça e espancou o filho porque se irritou com o choro insistente da criança.

O casal foi autuado em flagrante. O pai responde pelos crimes de tortura e lesão corporal e a mãe por tortura por omissão. De acordo com a polícia, a situação jurídica pode se agravar caso a criança não resista aos ferimentos.

Fonte: G1

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