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‘Até 1981, ninguém ligava para Libertadores e muito menos para Mundial, diz Zico

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A torcida do Flamengo comemora nesta segunda-feira os 40 anos dos títulos da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes. Maior ídolo da história do clube, Zico escreveu uma carta ao The Players Tribune contando os bastidores das conquistas e detalhes da campanha vitoriosa. “Antes de 1980, ninguém ligava para Brasileiro. Antes de 1981, ninguém ligava pra Libertadores e muito menos pra Mundial. Foi o Flamengo ganhar e as coisas mudaram”, diz.

No relato, o Galinho de Quintino relembra as vitórias sobre o Cobreloa na final da Libertadores e sobre o Liverpool na decisão do Mundial, mas também dos 6 a 0 em cima do rival Botafogo. Além disso, ele recorda do falecimento do técnico Claudio Coutinho, responsável pela montagem do elenco vitorioso do início da década de 1980, que abalou os jogadores.

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Zico também destaca a importância da conquista do Mundial e rebate quem tenta minimizar o título do torneio, dizendo que os ingleses menosprezaram o torneio disputado no Japão. O ídolo rubro-negro revela detalhes da preparação do time que ajudaram na vitória por 3 a 0 sobre o Liverpool.



“A gente teve a sorte de ter tido o Coutinho, que tinha um assistente, o Jairo Santos, que, por sua vez, documentou todos os times da Europa. Quando eu digo todos, é todos mesmo! Ele sabia como jogavam alguns clubes europeus que eu nem tinha noção que existiam. Quando o Coutinho saiu, ele deu todo aquele material pro Carpegiani, que tinha virado técnico no começo do ano. A gente já sabia como o Liverpool jogava, a linha de impedimento, a linha de quatro… Nós não deixamos de jogar o nosso jogo, mas nos aproveitamos de algumas situações”, conta Zico, que relembra o desgaste físico do time brasileiro jogando o Mundial em fim de temporada.



“Ninguém comenta que eles tinham vantagem física, porque chegaram no meio da temporada, com melhor condicionamento, e a gente estava no final. O desgaste para nós era grande, mas a qualidade do nosso time era ainda maior. Sem contar que sabíamos exatamente cada movimento que eles iriam executar no campo”.

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