Foto: Reprodução

O Ibovespa dispara nesta quinta-feira (3), descolando-se totalmente das bolsas internacionais, que hoje operam sem direção ainda repercutindo o cenário indefinido para o petróleo e a possibilidade de mais estímulos na China, além de dados positivos nos Estados Unidos. Por aqui, o cenário político guia o pregão com a notícia de um suposto vazamento da delação premiada do ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), citando Dilma. Segundo as informações da Revista IstoÉ, Dilma tentou barrar o avanço da Operação Lava Jato.

Às 15h25 (horário de Brasília), o benchmark da Bolsa brasileira subia 4,74%, a 47.023 pontos. Já o dólar comercial cai 2,27% a R$ 3,7995 na venda, enquanto o dólar futuro para janeiro de 2016 recua 3,01% a R$ 3,807. No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2017 cai 4 pontos-base a 14,02%, ao passo que o DI para janeiro de 2021 recua 31 pontos-base a 14,95%.

Para o sócio-gestor da Queluz, Rodrigo Otávio Marques, a alta de hoje, apesar de ser a quarta consecutiva, é um movimento de curtíssimo prazo. “Basicamente, o mercado está otimista, atingindo resistências acima de 45 mil pontos e fazendo um catch up com o exterior graças ao impeachment ganhar força”, afirma. Na sua avaliação, o mercado está subestimando o imbróglio político que é a destituição de uma presidente da República.

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