Foto: Divulgação

O detento Deílton Modesto da Silva, de 23 anos, que é acusado ser um dos autores da morte do advogado Paulo César Pereira Fernandes, que era conhecido como Paulo Preto, agora também será acusado de agredir e queimar o próprio filho e a esposa na tarde desta quarta-feira(16).

Segundo a mulher de Deílton, durante uma visita na tarde desta quarta(16), o marido queimou ela e o filho com um cigarro em diversos locais.

Ainda segundo a esposa, ela vive recebendo ameaças do marido  por não aceitar levar drogas para ele dentro da cadeia.

RELEMBRE O CASO DA MORTE DO ADVOGADO

Na véspera do Natal de 2014, um suspeito de participar do caso foi apresentado à imprensa: Deilton Modesto da Silva, à época com 20 anos, residente no Parque Aeroporto, em Guarus. Ele teria comprado o cordão de ouro que foi roubado do advogado.

O advogado foi assassinado com um tiro nas costas durante um assalto no dia 19 de novembro de 2014, na Avenida 28 de Março, na área central da cidade.

Testemunhas teriam dito que dois homens negros em uma moto Titan prata, ambos sem capacete, teriam roubado um cordão de ouro do advogado no momento em que ele diminuiu a velocidade do carro próximo a um semáforo. Ainda teriam dito que a reação do advogado ocorreu no momento em que os bandidos tentaram roubar uma pulseira. Um detalhe chamou a atenção da polícia: a camisa do advogado estava rasgada, como se ele tivesse oferecido reação à uma ação de assaltantes.

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