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BLOG DO HUGO PEREIRA

Opinião, artigos e bastidores da política

A dor da burocracia

Quem perde algum ente querido já sofre a dor da perda, seja da forma que for.

Em meio a todo momento de sofrimento imposto pela perda, o cidadão fluminense é submetido a algumas situações “torturantes”, se assim podemos dizer, como por exemplo, aguardar horas e horas para ter o corpo removido de determinado local onde originou-se o óbito.

Além deste velho e terrível detalhe que todos passam ou ainda passarão, ultimamente os cidadãos do interior do Estado passam pela situação de ter que se deslocar até a cidade de Itaperuna, para fazer reconhecimento e liberações burocráticas que envolvem a dolorosa situação. Ou seja, se você perdeu alguém que você ama em Campos, além de levar horas até ter a retirada do corpo, ainda terá que arcar com as custas do deslocamento de ir ao distante município para regressar novamente, tudo por conta de plantões do IML (Instituto Medico Legal), gerido pelo Estado do Rio de Janeiro.

São horas de angústia, acréscimos de despesas de deslocamento, além das custas funerárias.

Este é um problema antigo, porém as marcas da falta de humanização nestas delicadas situações são um agravo na dor do cidadão pagador de tributos.

Quem vai ter a iniciativa e sensibilidade em aprimorar a disponibilização destes serviços à população? Está dada a largada.

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