Que Anthony Garotinho sempre fez a ‘política do ataque’, isso não é novidade para ninguém. Acontece que, nos últimos dias os ataques dele e do seu grupo político, direcionados ao prefeito Rafael Diniz e o presidente da Câmara, Marcão Gomes, passaram dos limites racionais em alguns momentos e surpreendeu a população pelo baixo nível e falta de coerência.

Ataques sem embasamento, atacando vida pessoal, entrando em questões familiares, histórias fantasiosas – que diga-se de passagem, nem o próprio grupo político acreditou e comprou a ideia, evidenciam um desespero fora do normal, que até hoje não tinha sido visto, nem quando foi condenado e acusado de ser chefe de quadrilha, em 2010. Por sinal, nem no período eleitoral onde pesquisas internas já mostravam que Rafael poderia vencer no primeiro turno, os ataques eram de tão baixo nível e tão desleais.

Garotinho tem uma audiência na próxima terça (27) em Campos, onde prestará depoimento na audiência da operação chequinho, onde Garotinho pode ser condenado a quase 30 anos de cadeia, sob a acusação de que ele era o líder do ”escandaloso esquema” de compra de votos envolvendo o benefício do Cheque Cidadão. Em vídeo divulgado nas redes sociais na tarde desta sexta (23), Garotinho quase que implorou para que sua militância compareça ao Fórum de Campos para o apoiar.

A definição da palavra ‘desespero’ é estado de profundo desânimo de uma pessoa que se sente incapaz de qualquer ação ou estado de consciência que julga uma situação sem saída; desesperança.

Com tantos problemas judiciais e demonstrando desesperança após um acúmulo de derrotas consecutivas, é normal que o raciocínio seja afetado e os meios de fazer política fiquem comprometidos. Talvez isso explique a coleção de derrotas e a aniquilação do seu grupo político na cidade de Campos.

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