Pelo menos 15 escolas da rede de ensino particular de Campos já confirmaram a paralisação das suas atividades em apoio à Greve Geral, nesta sexta-feira (28), que será realizada em todo o Brasil. A informação é do Sindicato dos Professores de Campos e São João da Barra (Sinpro), que solicitou, por meio de ofício, a adesão ao movimento nacional em defesa dos Direitos Trabalhistas.

A presidente do Sinpro, Vera Félix, destacou a sua satisfação com relação ao comprometimento dos professores nesta causa. “Toda a equipe agradece aos profissionais da educação por não se intimidar diante das pressões patronais e políticas. Isso mostra que existem instituições de ensino que vão além dos conteúdos programáticos, uma vez que estão preocupados em formar cidadãos críticos, reflexivos e, logo, agentes de mudança social”, enfatizou.

Segundo Vera Félix, a expectativa é que outras escolas e segmentos venham a aderir a paralisação. Ela reforçou a importância de uma visão crítica que algumas instituições têm em apoiar a paralisação.

Para a professora Leila Pessanha a greve é um meio eficaz de protestar os direitos não só dos docentes, mas de todos. “Temos que reivindicar. Não podemos ter medo de retaliações. Até porque a greve é um direito garantido a todos os trabalhadores, pela Constituição Federal, quando esgotada qualquer possibilidade de solução do impasse de forma negociada”, ressaltou.

A greve geral em Campos contará com participação e apoio de diversas entidades dos setores público, privado, movimentos estudantis e sociais, sindicais,  entre eles:  Sinpro, o Sindicato dos Professores e Servidores Públicos Municipais (Siprosep), Sepe, Sindipetro, Sindicato dos Bancários e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Campos dos Goytacazes e Região (SBTRAF).

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