Além da interdição de um lote de paçoca, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também proibiu, esta semana, a venda de produtos alimentícios para crianças da marca Papá no Prato. O motivo é burocrático. Segundo a agência, os alimentos eram comercializados online por um fabricante desconhecido e não tinham registro.

Os produtos da marca foram proibidos de serem fabricados, comercializados e divulgados em todo o Brasil, de acordo com resolução da Anvisa de 17 de março deste ano. O texto concluiu que os alimentos de transição para lactentes e crianças da primeira infância (de 0 a 6 anos) são de registro sanitário obrigatório.

Em seu site, a Papá no Prato informa que está em manutenção para regularizar a documentação dos produtos na Anvisa. “Não há nenhuma notificação ou restrição de ordem sanitária. Os produtos são totalmente seguros e seguem o manual de boas práticas de produção e qualidade”, garante a empresa, que afirmou que os lotes já foram recolhidos e não estão sendo comercializados até que todos os trâmites burocráticos sejam resolvidos. Com informações da Agência Estado.

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