A população de todos os estados que tiveram casos confirmados de febre amarela começa a ser vacinada em massa contra a doença, com isso, em alguns lugares como a cidade do Rio (AQUI), Petrópolis (AQUI), Hortolândia (AQUI) e outras cidades do país se tornaram comuns, visto o grande fluxo de pessoas que passam pelos postos de vacinação.

Em Campos, maior cidade do interior do estado do Rio, não poderia ser diferente. Filas se acumulam nos seis postos de vacinação abertos durante o final de semana, aumentando para 17 postos de vacinação durante a semana. Acontece que ex-vereadores e pessoas ligadas a vereadores que são investigados pelo crime de compra de votos envolvendo o “escandaloso esquema” de compra de votos envolvendo o benefício do Cheque Cidadão, tentam por todo o tempo espalhar  boatos e histórias fantasiosas sobre a vacinação – assim como já acontece em outros assuntos, inclusive até em tragédia familiar – com o único objetivo de causar tumulto e revolta na população, por algo que não é verdade..

Neste domingo (19), pessoas ligadas a um ex-vereador que foi preso por duas vezes durante a “Operação Chequinho”, divulgaram em redes sociais que havia uma “distribuição ilegal de senhas” para o atendimento, fazendo com que pessoas ficassem até 8 horas na fila, enquanto algumas pessoas chegavam e logo recebiam a dose da vacina. Mais uma vez se tratava de um boato que tinha como objetivo, causar tumulto e revoltar a população do local.

O fato se repetiu no início da tarde de domingo, novos boatos davam conta que alguns postos de vacinação tinham encerrado o expediente e que não vacinariam mais neste domingo, e mais uma vez, pessoas ligadas ao grupo político derrotado nas eleições de 2016 espalharam o boato em redes sociais para atrapalhar o andamento do processo de vacinação e tentar colocar a população contra o poder público.

NOSSA OPINIÃO: Nos casos citados acima, o que nos chamou a atenção, é não saber qual o limite de algumas pessoas que utilizam uma tragédia familiar e um assunto que assusta toda a população brasileira, para fazer politicagem e converter a causa para benefício próprio. O que nos deixa com a dúvida de qual será o próximo passo de um grupo que se sujeito às ordens de um líder que não pode nem pisar na cidade de Campos, já que está proibido judicialmente.

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