O número de casos dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, em Campos sofreu uma considerável queda em janeiro deste ano, se comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo o diretor do Centro de Referência de Doenças Imuno-infecciosas (CRDI), Luiz José de Souza, entre o dia 1º de janeiro de 2017 e o dia 10 de fevereiro, o município registrou um total de 400 casos notificados das três doenças. Já no mesmo período de 2016, o total de casos notificados foi de 3.102. Apesar da queda, Dr. Luiz José salientou que o alerta deve ser mantido a todo momento, principalmente por conta da febre amarela.
Segundo dados do Centro de Referência, Campos registrou, entre 1º de janeiro de 2017 ao dia 10 de fevereiro de 2017, 373 casos suspeitos de dengue e três confirmados; 10 casos suspeitos de zika, sendo quatro em gestantes, porém nenhum foi confirmado. De chikungunya, 14 casos suspeitos foram notificados e sete confirmados. No mesmo período de 2016, o CRDI contabilizou 1141 casos suspeitos de dengue e 778 confirmados. De zika foram 1179 casos suspeitos e oito confirmados. Já de chikungunya, entre 1º de janeiro de 2016 até 10 de fevereiro de 2016, foram quatro casos suspeitos e dois confirmados.
De acordo com o diretor do CRDI, apesar da redução dos casos, ainda é cedo para comemorar, uma vez que 2015 foi um ano atípico com casos notificados durante todo o ano. “Se pegarmos as estatísticas anteriores, veremos que houve um caso atípico em 2015 quando tivemos dengue o ano todo. Por isso, entrou em janeiro de 2016 forte. Geralmente, a nossa tradição de meses mais críticos das doenças são a partir de março até junho”, observou dr. Luiz José.
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